sexta-feira, 14 de outubro de 2011

★ Bolinhas eróticas explosivas


Você com certeza já deve ter ouvido falar, alguma amiga sua usou, adorou, indicou mas você ainda não experimentou. 
É! Conversando com várias pessoas a respeito das famosas bolinhas eróticas explosivas, percebi que as pessoas tem um certo apreço pela propaganda, mas muitas delas ~~ ainda ~~ não tiveram coragem de usar.

Essas lindas viraram febre nos SexShop's e lojas de cosméticos ultimamente. Existem inúmeras marcas, cores, aromas, sabores... mas a função é a mesma:: excitar você e o seu parceiro and dar um up na hora H!

O que é:: uma cápsula de gelatina com aproximadamente 3,5ml de gel lubrificante.

Como funciona:: basta você introduzir uma bolinha na vagina, e com o calor e a própria penetração, a cápsula se rompe fazendo com que a bolinha estoure e solte o gel, que pode esquentar, esfriar, ter cheirinho ou gostinho!
Normalmente as pessoas usam as com sabor pra melhorar o sexo oral! As que esquentam ou esfriam e as com aromas são uma ótima pra penetração, pois o resultado é percebido pelos dois parceiros. 
E ainda, tem gente que pratica anal, e recomenda como uma das melhores formas de lubrificação pra prática. 

Não tem perigo de não estourar, pois se dissolvem com muita facilidade. Também não fazem mal por serem completamente atóxicas. 

O valor varia dependendo da marca, aroma, sabor, etc.. mas custa em média R$ 8,00 o par, e são encontradas em praticamente todos SexShop's!

Barato, fácil de usar e não compromete a saúde.
Tá esperando o que?!
Vai sem medo, e aproveita a explosão de prazer ;)

#FicaDica

terça-feira, 11 de outubro de 2011

★ Feliz dia da Criança

...às vezes a paz de um sorriso pode desarmar uma guerra ♪ =) 


Resgate a criança que tem dentro de você! Fale a verdade, faça todas as coisas de que tem vontade e ame, muito, com toda a inocência que uma criança possa ter! 
Feliz dia da criança pro amor da tia coruja! Johann <3

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

★ Pra quem você liga?

Texto de Ivan Martins

O telefone tocou logo cedo. Era a namorada, chorando. Tivera uma noite de sono ruim, chegara ao trabalho cansada e dera de cara com um problema sério, que parecia insolúvel. Bateu o desespero e ela ligou. Conversamos. Não havia o que fazer além de se acalmar e tentar resolver o caso. Disse isso a ela, juntei umas palavras de carinho e a ligação terminou de forma tranquila, uns minutos depois. Ela só precisava desabafar.

O significado dessa história cotidiana me parece da maior importância: é essencial ter alguém para quem ligar quando estamos aflitos, tristes ou perdidos. É fundamental ter com quem falar quando o mundo a nossa volta desmorona ou parece hostil e desanimador. Mesmo quando estamos felizes diante de uma notícia inesperada, ou de algo por muito tempo aguardado, temos necessidade de falar, contar, dividir. Para quem você liga nessas horas?

Nós damos uma importância enorme – e merecida – ao erotismo e ao romantismo nas nossas relações. Essas coisas são mesmo essenciais. Mas há outro componente na vida dos casais, igualmente fundamental, para o qual a gente nem sempre dá o devido valor. É a função de conforto e aconchego que o outro tem na nossa vida. É a proteção, ainda que subjetiva, que ela ou ele nos oferece. Quem ocupa essa posição detém uma das chaves da nossa existência. A pessoa para quem a gente faz a primeira ligação é uma pessoa essencial.

Faz algum tempo, uma amiga minha foi assaltada na porta da casa dela. A experiência foi assustadora, claro. Ela entrou no prédio apavorada, abriu a porta do apartamento chorando e correu para o telefone. Mas, em vez de ligar para o namorado, ligou para um colega do trabalho. Não foi pensado. Foi um impulso. Ela chamou a pessoa que ela gostaria de abraçar, a pessoa de quem precisava naquele momento. Só depois, quando a conversa com o colega acabou, ela se lembrou de ligar para o namorado. “O que isso significa sobre a minha relação com esses dois homens?”, ela me perguntou, uns dias depois. Eu achei que nem precisava responder. Significa, não?

Os telefonemas que a gente faz na hora do perrengue são reveladores. Eles exibem nossas conexões profundas, até mesmo as lealdades inconfessáveis. Se você acabou uma relação, mas ainda gosta da mulher, vai perceber um minuto depois de bater o carro. É para ela que você vai ter vontade de ligar. Se você conseguiu um tremendo emprego, não vai contar para o bonitão que conheceu no bar na semana passada. Vai ter vontade de ligar para o sujeito que sabe como isso é importante para você. E quando a gente bebe e fica insuportavelmente romântico e sentimental? Numa hora dessas, ninguém liga para pessoas estranhas. Comoção a gente divide com gente de confiança. Somos ridículos apenas com quem nos conhece muito bem. 

Claro, nós não ligamos para uma única pessoa na vida. Temos vários interlocutores, para diferentes situações. Às vezes precisamos da franqueza de um amigo, outras vezes do apoio incondicional da mãe ou de um irmão. Quando os filhos crescem é gostoso dividir com eles coisas importantes, assim como ouvi-los em casa de dúvida. Quanto maior for essa agenda essencial, quanto maior o número de pessoas para quem se possa dar um telefonema íntimo, melhor. A minha impressão, porém, é que mesmo a família acolhedora ou amizades sólidas não substituem a cumplicidade de uma parceira emocional. Ter alguém especial para quem ligar faz toda a diferença – sobretudo quando as coisas parecem estar caindo sobre a nossa cabeça.

Na única vez que eu estive na China, anos atrás, houve um terremoto. Acordei com a cama sacudindo e percebi, apavorado, que o quarto inteiro do hotel tremia. Eu estava acima do 20º andar e pude ver o mundo balançando pela moldura da janela. Não recomendo a experiência. A coisa durou alguns terríveis segundos e cessou de repente. Alívio. Minha primeira reação, sentindo que tinha escapado da morte, foi sentar na cama e ligar para a ex-mulher, que estava no Brasil. Ela ouviu por três segundos e me interrompeu com uma ordem: “Larga esse telefone e corre pra rua! Pode ter outro terremoto logo em seguida!” Era uma criatura prática... Eu tinha ligado para dizer o quanto ela era importante, mas nem foi preciso. O ato de telefonar já dizia tudo, mesmo que eu não tivesse aberto a boca.

E você? Pra quem liga? =)

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

★ 10 coisas que eu odeio em você


1 Odeio o modo como fala comigo e como corta o cabelo.
2 Odeio como dirige o meu carro.
3 E odeio seu desmazelo.
4 Odeio suas enormes botas de combate e como consegue ler minha mente.
5 Eu odeio tanto isso em você, que até me sinto doente.
6 Eu odeio como está sempre certo.
7 E odeio quando você mente.
8 Eu odeio quando me faz rir muito, e mas quando me faz chorar.
9 Eu odeio quando não está por perto, e o fato de não me ligar.
10 Mas eu odeio principalmente, não conseguir te odiar. Nem um pouco, nem mesmo por um segundo, nem mesmo só por te odiar.

Do filme "10 Coisas que eu odeio em você", esse poema fez parte da vida de muuuuuuuuuuitas garotas, assim como eu, desde que o filme foi lançado, em 99. 
Essa semana que passou, escrevi no twitter que este é um dos filmes próprios pra assistir quando se está de TPM, e hoje, por coincidência, está passando na Globo. 
Nada mais justo do que relembrar =) 

A trilha sonora do filme também é bem bacaninha, conta com a musa Joan Jett, Save Ferris, Sprung Monkey! Confere a trilha completa aqui.